quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A ignorância dos professores e a impunidade dos esquerdistas.

Controlados pelos sindicatos, os professores não se dão conta que a culpa é das esquerdas.
By Adilson J. da Silva.
11 de fevereiro, Aparição da Virgem em Lourdes.

 
Como sempre, os professores da rede pública estadual do Paraná entram em greve. Evidentemente, a greve não foi apenas uma decisão dos professores, mas, como sempre, uma imposição do Sindicato, do Sindicato
dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato). Aliás, essa entidade é mais um dos tantos garotos de recados do PT. Ano passado a entidade estava bem de caixa e trabalhou para a eleição de dois deputados do Partido dos Trabalhadores. É pra isso que serve a maioria dos sindicatos de servidores públicos: servir de tentáculo a partidos políticos, especialmente aos da esquerda, amantes de genocidas como Stálin, Lênin, Mao, Fidel Castro e Hitler (este os esquerdistas amam veladamente, pois o nazismo é aquela ideologia esquerdista e genocida a que acusam ser de direita). Questões que incomodam: alguém já viu a APP-Sindicato chamando os professores às ruas contra os escândalos do Mensalão e do Petrolão? Ou contra os
empréstimos bilionários do governo petista a Angola (mundialmente reconhecida como espantosamente corrupta) e a Cuba, uma ditadura socialistas?

Mas afinal, os professores devem ou não entrar em greve? Evidentemente, os professores têm o dever moral de lutar pelos seus direitos, mas também tem igual dever de buscar a verdade, de compreender e aceitar que a política brasileira é nada mais que a expressão da hegemonia das esquerdas. Mas será que os professores realmente têm a consciência desse dever? Estão eles realmente conscientes de que o “pacote de maldades” “pacote de maldades” do atual governo do Paraná é da própria natureza irresponsável do esquerdismo político? Creio que não.
Mas, então por que os professores não compreendem que o “pacotaço” do Executivo do Paraná é expressão natural da política esquerdista? Vários. Cito, porém, dois. Primeiro, toda política para a educação no Brasil é totalmente esquerdista, alinhada a ideologia socialista. Ora, isso produz duas coisas: uma mentalidade única na forma de entender e conduzir a educação e constrói, no imaginário dos professores e estudantes, a falsa ideia de que eles lutam contra políticas ruins para a educação, quando fazem exatamente o contrário. E segundo, os intelectuais que presidem os sindicatos da categoria e que controlam os professores, sabem disso. No entanto, com um falso discurso contra políticas educacionais de direita inventadas por eles, promovem a ferro e fogo (e com muita verba) técnicas de desinformação sobre os professionais da educação. Dessa forma, os debates honestos sobre educação serão eternamente questões banidas. O leitor já viu uma discussão promovida por esses sindicatos, em que conservadores e progressistas sejam colocados frente a frente? Certamente nunca, e jamais verá.
Infelizmente, políticos, intelectuais e entidades esquerdistas, que controlam as políticas educacionais nesse país, jamais serão julgados pelo caos social no qual a educação brasileira foi colocada por eles. Isso explica porque o MEC jamais enfrentará os tribunais. Resultado: os professores viverão suas vidas sofridas e mantidos na ignorância sobre as ideias que controlam nosso país, e como pobres ovelhas ignorantes da própria sorte, vão sendo levadas ao matadouro. Enquanto isso, os esquerdistas seguem impunes, conduzindo a sociedade para onde bem desejarem.

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