domingo, 15 de fevereiro de 2015

O avanço das selvagerias do ISIS, o lado oculto do Islamismo

Muçulmanos do EI estão matando bebês de cristãos aos chutes


by Adilson J. da Silva

15 de fevereiro, domingo quinquagésima.
Ninguém em sã consciência suporta engolir as mentiras e estupidez do politicamente correto das esquerdas de que as monstruosidades praticadas pelos jihadistas do ISIS não espelham a religião islâmica. Será? Se assim é, por que, então, os que compõem a maioria não radical não condenam abertamente as atrocidades desses criminosos? Ora, não o fazem porque esse lado sombrio e perverso da religião islâmica é uma realidade praticada a centenas de anos, e que deve ser mantida até que os infiéis sejam subjugados.
Ao contrário de outras religiões, como o cristianismo, a própria doutrina islâmica impede que os muçulmanos absorvam as culturas de outros povos. Por esse motivo, a tolerãncia é praticamente varrida da psicologia religiosa das sociedades muçulmanas. Os muçulmanos só veem uma única possibilidade de convivência com outros povos: a completa e total imposição do Islamismo sobre eles.

Recentemente o blogue do firehead noticiou imagens chocantes de 2014, entre elas uma em que um clérigo muçulmano chuta um bebê de uma família cristã até a morte. Também muitos portais de notícias independentes vêm noticiando da hegemonia do ISIS na Líbia; recentemente o portal barenakedislam também confirmou, e com espantosas imagens. 

Evidentemente isso não seria possível se Barack Obama não tivesse sido eleito presidente dos EUA. Lembremos que muitos radicais sanguinários que derrubaram Muamar Kadafi e avançaram contra a Síria receberam armamento da CIA sob o governo Obama. Benghazi e o anexo da CIA eram utilizados em parte para coordenar os embarques de armas para os rebeldes jihadistas que combatiam o regime sírio. Esses rebeldes também estão na origem e fortalecimento do ISIS.
No campo das ideias, intelectóides e jornalistas esquerdistas do Ocidente apressaram-se em dar o nome bonitinho de “primavera árabe” ao que desconheciam, ou fingiam desconhecer. Aliás, o uso desse nome fantasia, que levou ao delírio a elite do intelectualismo esquerdista, serviu de material de doutrinação na educação brasileira e no imaginário das militâncias, acabando até por ser cobrado em concursos e vestibulares nos anos de 2012 e 2013.

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