sábado, 2 de maio de 2015

Em defesa dos policiais da PMPR:

A quem combateram os policiais naqueles 28 e 29 de abril?

by Hélio Mendes

 
Fonte: blog do Reinaldo Azevedo, veja.com
Os eventos que ocorreram entre os dias 28 e 29 de abril surpreenderam muitas pessoas, mas apenas os desavisados. Que fique claro: minha posição não é de defender o governador Beto Richa, cujo partido é um dos mais árduos defensores do socialismo Fabiano, especialmente em sua estratégia mais macabra: comungar com a elite globalista. Isso já foi deixado bem claro por FHC, um dos queridinhos da CRF – poderosa estrategista do think tanks esquerdista global.
Mas, entre que personagens foram os confrontos ocorridos nos dias 28 e 29? PMs versus professores, PMs versus CUT e os sindicalista da APP, entidades controladas pelo PT, o partido de Lula, o homem que junto com a atual presidente do Brasil, levou o Brasil ao maior caos de nossa história? Ora, os confrontos iniciam-se exatamente no dia em que o STF decidiu conceder prisão domiciliar a nove executivos investigados pela Operação Lava Jato, entre os quais estavam Ricardo Pessoa e Léo Pinheiro, empreiteiros muito chegado a Lula, que se tornou lobista da Odebrecht e foi acusado pelo MPU por tráfico de influência internacional.

Fonte: blog Felipe Moura Brasil, veja.com
Ver os confrontos entre policiais da PMPR e os professores (mesclados com militantes partidários infiltrados) não é nada agradável, especialmente quando os jornalistas doutrinados da RCP tomam partido em defesa daquilo não conhecem.
Mas afinal de contas, foram os policiais militares os verdadeiros culpados e praticantes de violência gratuita? Evidentemente que não. Os policiais erram? Não! Mas os oficiais e os burocratas que os administra, sim. E erraram feio. E erram por um simples motivo: são incompetentes e incapazes de analisar o que realmente estava em jogo: uma estratégia ideologicamente bem orientada para fomentar o vandalismo e a violência, moedas da negociação esquerdista vermelha. E foi justamente nessa compreensão dos fatos que os burocratas do estado erram. Cegos guiando cegos. E a natureza da cegueira deles é a mesma que cegou a maioria esmagadora dos professores e funcionários públicos em geral.
Surge então uma questão fundamental que toda pessoa decente comprometida com a verdade deve se fazer: quem de fato deu início aquela guerra? Os fatos não mentem, ainda que se tentem relativizá-los. Podemos ver aqui e aqui, que os eventos daqueles dias 28 e 29 de Abril foram produtos da selvageria praticadas por gente ligada ao sindicalismo petista. E os oportunistas, como a senadora Gleisi, sob os holofotes da Operação Lava Jato, logo apareceram para aquecer a festa.
E quanto aos professores, eles erraram? Não. E pelo mesmo motivo que não erraram os policiais. No entanto, os professores sejam eles do Paraná ou de outros estados brasileiros, infelizmente têm se deixado conduzir não pela liberdade que possuem, mas por organismos de controle político, sindicatos que funcionam como extensões do braço do PT, partido que governa o Brasil e, como todos sabem, está levando o Brasil a uma crise econômica, sem falar no fato da institucionalização de uma corrupção generalizada. Na verdade, as universidades públicas do Brasil (e muitas particulares), têm sido os verdadeiros laboratório da imbecilidade útil, produzindo verdadeiros exércitos de doutrinados.
Por fim, o que se pode dizer dos eventos nos dia 28 e 29 é algo triste: daquele conflito apenas os professores (verdadeiramente professores) e os policiais é que foram as reais vítimas: foram vítima de um plano bem armado por gente sórdida e sem qualquer compromisso real com a educação pública paranaense. Por isso a defesa dos policiais se faz necessária.
 

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