quinta-feira, 11 de junho de 2015

As monstruosidades por trás da ideologia de gênero!



...mas ainda há heróis como a dra. Miriam Grossman em defesa das crianças.
Fonte: Alexandre Borges, via facebook.

 


Publico hoje uma interessante postagem do facebook de Alexandre Borges  onde comentou sobre os trabalhos da dra Miriam Grossmann.
Sobre as leis que regem o ensino da "ideologia de gênero" para crianças, fica uma dica de estratégia: o alvo é a educação sexual como um todo.
No momento em que a sociedade terceiriza para a escola a "educação sexual" sem limites ou regras, sem discutir abertamente quais temas serão abordados, a bibliografia e idade mínima, a consequência é a perversão que vocês estão vendo por aí. É preciso ver o big picture.
Se você combate a "ideologia de gênero" mas permite que um professor mostre brinquedos sexuais como vibradores para crianças de 10 anos, sob o pretexto de ensinar a colocar camisinha por exemplo, você está mirando no alvo errado e ainda abrindo o flanco para ser chamado de preconceituoso. Não seja ingênuo.
Faça uma campanha para trazer ao Brasil a Dra. Miriam Grossman (http://www.miriamgrossmanmd.com/about), uma verdadeira heroína no combate à sexualização precoce das crianças sob o pretexto de "educação sexual". Peça para traduzirem seus vídeos e seus livros. É a melhor e mais atualizada fonte de informações científicas sobre o assunto.
Claro que adolescentes (não crianças) precisam de orientação sexual, mas qual tipo de orientação? Qual conteúdo? Ministrada por quem? A bibliografia nesse caso faz toda a diferença do mundo.
Abordei o assunto no artigo "O lobby pedófilo bate à sua porta", publicado na Gazeta do Povo (http://bit.ly/1Qt4BoC): "A chamada “sexologia” possui um ponto de inflexão com Alfred Kinsey, um pedófilo sadomasoquista que até hoje é aclamado como o sexólogo mais influente de todos os tempos, mesmo depois que os erros grosseiros de suas pesquisas foram revelados. Suas amostras eram criminosamente forjadas e seus métodos de investigação levaram ao abuso sexual de mais de 2 mil crianças, incluindo bebês de poucos meses.
A entusiasmada aceitação das ideias de Kinsey – amplificadas por intelectuais como Michel Foucault, também atraído sexualmente por jovens e sadomasoquista – pela elite cultural ocidental desde os anos 50 marcou profundamente a visão que as universidades, a imprensa e a indústria do entretenimento têm do sexo nos dias atuais. O foco na preservação da saúde física, mental e emocional baseada em ciência, experiência acumulada e senso comum foi substituído pela promoção do vale-tudo e da experimentação ilimitada com consequências desastrosas.
A psiquiatra e PhD americana Miriam Grossman tem alertado pais, educadores e legisladores sobre os riscos da atual política de educação sexual baseada em “falsa ciência” e agendas de engenharia social de gente como Alfred Kinsey, John Money, Wardell Pomeroy, Margaret Mead e think tanks como Siecus, Planned Parenthood e Advocates for Youth, que têm facilitado muito a vida do lobby pedófilo e a proliferação das DSTs. Uma das suas revelações foi mostrar que a Siecus, colaboradora da Unesco, foi financiada por Hugh Hefner, fundador da Playboy."
Nada contra quem está protestando em Guarulhos, na França ou em qualquer outro lugar, mas é preciso lembrar que todo esse edifício está construído em cima dos pilares da educação sexual como é dada hoje e é esse o verdadeiro alvo.
Claro que os estúpidos vão dizer que lutar contra a educação sexual atual é ser contra a "ciência", mas é exatamente o oposto, é mostrar o caráter anti-científico e propagandístico da metodologia atual. A discussão levantada por cientistas como a Dra. Miriam Grossman é exatamente para que a educação sexual seja MAIS científica, mais responsável, mais inteligente e menos pedófila.
Para vencer a guerra, comece escolhendo bem as batalhas e tendo uma estratégia de médio e longo prazo; com clareza de propósitos, embasamento intelectual sólido e dinheiro. Seus filhos agradecem!

Leia mais em miriamgrossmanmd.  

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