sábado, 5 de setembro de 2015

A escola é pública, mas os filhos são nossos (I)


É imperativo que os pais ajam com autoridade perante os professores
By Adilson J da Silva


Optar por uma escola pública para o ensino de nossos filhos não implica necessariamente a abdicação de nossa liberdade de educá-los conforme nossos próprios valores morais. Uma escola pode ser pública, certo? Mas seus professore têm o direito de ser autoritários? Definitivamente, não! Parece que boa parte dos professores no Brasil tem uma grande dificuldade de compreender isso. Ora, nem mesmo no antigo regime havia tamanha obstinação.
Desde que tomei a decisão de vigiar o que meus filhos estudam na escola, tomei duas decisões: primeiro: dialogar com eles e auxilia-los nos estudos em casa, procurando eliminar o lixo cultural recebido nas escolas, melhorar o aprendizado deles e combater a doutrinação ideológica. Segundo: ir a escola para mostrar aos professores que meus filhos não filhos deles e nem propriedade do estado para o qual eles trabalham. Resultados colhidos? No que se refere ao primeiro ponto de minha decisão, tenho avançado muito; quanto ao segundo, nem sempre os resultados são bons; quanto ao primeiro e ao segundo ponto, geralmente tenho sido visto como uma pessoa irritante e deslocada.

Como testemunho de intervenção na educação e aprendizado de meus filhos, publico aqui um documento que enviei à professora de língua portuguesa de meu segundo filho (13), quando este ainda cursava o 6º ano; foi no ano de 2013. Na ocasião, eu fiquei indignado com um livro de relacionamento amoroso (próprio para jovens maiores de 17 anos, suponho).  Visando tornar minha indignação um ato de ofício junto aos principais setores da escola, e não se limitar a um mero diálogo sem registro escrito, produzi e enviei à referida professora o documento abaixo (fotografias A e B). Opto por não citar o nome da escola. (clique para ampliar)
fotografia A

fotografia B
Não vou escrever aqui sobre o que aconteceu depois que a professora recebeu o documento acima. Todavia, caso alguém tenha interesse em saber, basta me escrever que terei o imenso prazer em narrar os fatos.

2 comentários:

Eduardo Silva disse...

Penso o mesmo, meu nobre.
Pretendo educar o meu filho em casa ao ponto que ele apenas presta as devidas provas do "MERqui". Com essa lei petista e macabra, da qual obriga os pais são a entregarem seus filhos na idade mais tenra (4 anos) ao Estado, preciso buscar uma forma legal de burlar esse "roubo de fetos" que o Estado legalizou.

Farei o mesmo que você, e que Deus nos ajude.

Adilson disse...

Plenamente de acordo, nobre Eduardo.
Estamos diante de uma imensidão de assaltos: essa gente esta tomando de assalto a consciência dos filhos dos brasileiros. Fica então o conflito: se temos tudo para vencê-los e para colocá-los de joelhos perante a verdade, o que estamos esperando?
Chegou o tempo de nos erguermos!

Abraços!