segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Livros didáticos do PNLD que ensinam mentiras



A “tolerância” islâmica inventada e disseminada nos livros didáticos


Observe a imagem abaixo, tirada da página 180 do livro didático do PNLD, “História, coleção Novo Olhar, v. 1, dos autores , 1ª edição, 2010”. Trata-se de um fragmento do texto "Explosão Islâmica", do jornalista Ricardo Arnt (atualmente colunista da IstoÉ independente e diretor da revista Planeta). Arns é mais um dos milhares de intelectuais esquerdistas dispostos a difamar o Cristianismo e ocultar as barbáries islâmicas.


O texto foi publicado na revista Superinteressante, nº 116/2011. Observe a atitude cretina desse autor contra os fatos com relação à história das cruzadas. Considero uma irresponsabilidade intelectual. As cruzadas só aconteceram a partir do século XI, mas Ricardo Arnt afirma que só a partir delas surgiram os "maiores atritos" entre os muçulmanos e os europeus. Essa versão só é aceita por pessoas completamente desligadas de qualquer contato mínimo com a história do Islamismo. Pergunta-se: como Ricardo Arnt ousa afirmar haver tolerância em uma religião que se expandiu pelas guerras sangrentas, escravizou povos e invadiu a Europa, impondo leis perversas muito antes das Cruzadas? Ora, todos os dias noticias de várias partes do mundo mostram ao vivo e a cores, que mesmo nos dias de hoje as outras religiões são perseguidas cruelmente por muçulmanos.

A Arábia Saudita é o exemplo mais evidente de que nos países islâmicos outras religiões são perseguidas. Ricardo Arnt, com um golpe baixo, não encara a realidade dos fatos. Ele não menciona que o Islã só surgiu 600 anos depois do cristianismo, que, ao contrário daquela religião, se espalhou pelo oriente sem praticar guerras sangrentas. Na Península Arábica, berço do Islamismo, os cristãos foram praticamente extintos pelos muçulmanos e com a ascensão do ISIS estão sendo exterminados. 

A tolerância islâmica na qual Arnt acredita e faz uma apaixonada apologia nem mesmo existe para muçulmanos ditos liberais e que desejam a democracia para seus países, como é o caso do Aiatolá Boroujerdi, como noticiado pelo blog thyselfolord .
Vaja este fragmento onde ele, ao contrário de historiadores do mundo inteiro, afirma que tudo sobre a vida de Maomé é conhecido, ao contrário de Jesus.
Observe acima, que Arnt  na sua apologia do Islã, demonstra um grotesca ignorância em dois pontos: um: ele não cita a existência de documentos romanos que confirmam que Jesus existiu e que Maomé era analfabeto. E, dois: se de fato foi o anjo Gabriel que apareceu para o profeta do Islã, então como poderia esse anjo ordenar a perseguição e o assassinato dos seguidores do filho de Maria, para a qual o referido anjo apareceu dizendo-lhe que dela nasceria o filho de Deus?

É lastimável como Ricardo Arnt, que vive numa democracia no Ocidente e goza de suas liberdades, apregoa fantasias em torno da natureza intolerante do Islã. Tal comportamento pode ser descrito como desprezo pela história e amor à ignorância. Eis um intelectual perigoso, um idiota que resiste em discutir a verdade dos fatos e das letras da própria religião islâmica nas quais os muçulmanos fundamentam suas monstruosidades. Não há dúvidas de que Ricardo Arnt é mais um jornalista ilusionista do politicamente correto que adora disseminar a ideia de um islamismo "tolerante", mas se nega a praticar um jornalismo honesto, por exemplo, o de trazer para seus artigos o fato de que a suposta tolerância islâmica continua silenciosa diante dos massacres de inocentes praticados pelos jihadistas.

Há inúmeros relatos noticiados de escravidão de mulheres praticada por muçulmanos ‘tolerantes’ que vivem nos EUA. A exemplo, cito o caso de Shyima Hall, uma garota de 10 anos que foi contrabandeada como escrava para os EUA por um casal de muçulmanos ricos. Essa história pode confirmada num livro, aqui. Recentemente uma tentativa semelhante foi descoberta pela polícia na Pensilvânia, que pode ser lida nesta obra bibliográfica.


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