sábado, 9 de maio de 2015

A ignorância fardada sob o controle das esquerdas

A PMPR como servente da idiotice útil!
By Hermes Fonseca

O governo não é a solução para os nossos problemas, o governo é o problema
Ronald Reagan.

Usaremos o idiota útil na linha de frente. Incitaremos o ódio de classes”.
A minoria organizada irá derrotar a maioria desorganizada todas as vezes”.

 – V. I. Lênin

  militantes partidários ligados a CUT e a APP sindicato vilipendiam a bandeira do Paraná.
fonte: blog Reinaldo Azevedo

 De quantos idiotas fardados da PMPR a imprensa chapa branca do Paraná necessita para inocentar as militâncias controladas pelo PT? Não muitos. Apenas dos burocratas que chefiam aquela instituição: aqueles oficiais que recebem altos salários e a garantia de uma boa aposentadoria. Bons privilégios para quem nada produz (bem... não é função do estado produzir). Aliás, privilégios que nunca teriam se fossem seguir carreira profissional fora do serviço público. Eis uma verdade absoluta: no seio das policias militares há um profundo esvaziamento de mentes preparadas para lhe compreender e enfrentar os terríveis ardis por trás dos confrontos entre manifestantes bem orientados e controlados pelo esquerdismo radical e policiais. Não confunda: as polícias militares do Brasil também servem a governos esquerdistas. Eis o sonho de Antônio Gramsci!
Os eventos ocorridos nos dias 28 e 29 de abril iluminam ainda mais a realidade acima descrita, e dois fatos sociais o confirmam: primeiro: os burocratas da PMPR são incompetentes e despreparados para compreender os elementos principais daqueles acontecimentos e, portanto, serão eternos idiotas úteis a serviço da mentalidade revolucionária. Segundo: que as lideranças militares foram transformadas em meros burocratas ávidos por privilégios, produto final do atual modelo de estado brasileiro. Resultado: quanto mais os burocratas das polícias militares se movem contra aquilo que não compreendem mais serviçais se tornam da política imperativa no Brasil: o espírito do socialismo radical disfarçado de defensores da socialdemocracia com o fim de substitui-la. Aliás, isso já era previsto muito antes dos governos de FHC.; quando ele ainda servia de cachorrinho da desinformação sob a companhia de seus amiguinhos do Partido Democrata e da CRF.
Retomando o início. Se juntarmos todos os oficiais da PMPR nenhuma cabeça hábil se produziria para enfrentar de forma adequada as forças que se derramaram sobre os policiais naqueles dias finais do mês de abril. Com que objetivo se afirma isso? Três. O primeiro porque são intelectualmente despreparados para compreender os processos políticos e administrativos por que tanto o Brasil quanto o Paraná vem passando nesses últimos dez anos (algo que se construiu mas precisamente no governo de Roberto Requião, garoto propaganda de Lula). O segundo, porque como filhotes do modelo educacional brasileiro, ideologicamente orientado, os policiais militares continuarão sendo vítimas daquilo que supostamente combatem (apenas supostamente). E, por fim, o terceiro (já implícito nos dois pontos anteriores), que é a falta de determinação e discernimento por parte dos burocratas bem pagos da PMPR em exigir dos agentes públicos mais próximos ao Executivo, informações detalhadas sobre as forças militantes partidárias que orientam os professores e atuam entre estes. É dever desses burocratas, enquanto políticos sustentados pelo povo, possuírem informações precisas sobre militâncias financiadas por políticos.
Sou um simples policial militar. Como tal, sempre me irritou a ignorância dos oficiais sobre política, no que se refere à história de ideias. Nunca enxerguei clareza na postura deles. No entanto, só consegui entender melhor os problemas de segurança pública e educação no Brasil de uma única forma: pesquisando e lendo sobre a mentalidade revolucionária, especialmente na Idade Contemporânea. A partir daí, parei de dar ouvidos às idiotices de nossos políticos, aos burocratas fardados das polícias e, principalmente, aos jornalistas esquerdistas do jornalismo politicamente correto brasileiro. Aliás, no Brasil o jornalismo não serve ao consumidor e nem ao povo em geral, mas ao intelectualismo revolucionário. Ora, nada devemos esperar de uma comunidade infestada de esquerdistas que adoram inventar culpados para as próprias mazelas que defendem.
Como dizia. Foi com essa minha postura que obtive elementos suficientes para entender que as polícias militares de todo o Brasil caminham para um fim: praticar guerra assimétrica contra si. E aqui entra a famosa Lei de Murphy, o que facilita ao bom ouvinte entender a realidade em que nossas polícias estão metidas. Difícil é aceitar como, uma imensa massa de oficiais de policias nada mais desejam que ocupar-se de meras ambições pessoais. Deliberadamente preferem ignorar aquilo que os está imbecilizando: a total ignorância da realidade social brasileira. Chega a ser lamentável como essas pessoas são semelhantes à presa de uma aranha: paralisada por seu veneno a vítima nada pode esperar além do próprio fim.
Às vezes ocorre uma tênue luz. Fiquei feliz quando soube que a PMPR resolveu processar uma estudante da UEL por calúnia e difamação contra os policiais. Isso é pouco, porém, se compreendermos que a estudante não passa de mais uma idiota útil a serviço do esquerdismo radical; um pequeno grão de areia. Devia-se mirar em coisa maior. Há pessoas e organismos bem mais perigosos e danosos, como a CUT, braço forte do PT, e o famoso, porém ignorado, Foro de São Paulo, um verdadeiro pesadelo. Pesadelo, aliás, criado por Lula e seu eterno amigo, Fidel Fidel Castro, o mais terrível inimigo das democracias da América do Sul.

sábado, 2 de maio de 2015

Em defesa dos policiais da PMPR:

A quem combateram os policiais naqueles 28 e 29 de abril?

by Hélio Mendes

 
Fonte: blog do Reinaldo Azevedo, veja.com
Os eventos que ocorreram entre os dias 28 e 29 de abril surpreenderam muitas pessoas, mas apenas os desavisados. Que fique claro: minha posição não é de defender o governador Beto Richa, cujo partido é um dos mais árduos defensores do socialismo Fabiano, especialmente em sua estratégia mais macabra: comungar com a elite globalista. Isso já foi deixado bem claro por FHC, um dos queridinhos da CRF – poderosa estrategista do think tanks esquerdista global.
Mas, entre que personagens foram os confrontos ocorridos nos dias 28 e 29? PMs versus professores, PMs versus CUT e os sindicalista da APP, entidades controladas pelo PT, o partido de Lula, o homem que junto com a atual presidente do Brasil, levou o Brasil ao maior caos de nossa história? Ora, os confrontos iniciam-se exatamente no dia em que o STF decidiu conceder prisão domiciliar a nove executivos investigados pela Operação Lava Jato, entre os quais estavam Ricardo Pessoa e Léo Pinheiro, empreiteiros muito chegado a Lula, que se tornou lobista da Odebrecht e foi acusado pelo MPU por tráfico de influência internacional.

Fonte: blog Felipe Moura Brasil, veja.com
Ver os confrontos entre policiais da PMPR e os professores (mesclados com militantes partidários infiltrados) não é nada agradável, especialmente quando os jornalistas doutrinados da RCP tomam partido em defesa daquilo não conhecem.
Mas afinal de contas, foram os policiais militares os verdadeiros culpados e praticantes de violência gratuita? Evidentemente que não. Os policiais erram? Não! Mas os oficiais e os burocratas que os administra, sim. E erraram feio. E erram por um simples motivo: são incompetentes e incapazes de analisar o que realmente estava em jogo: uma estratégia ideologicamente bem orientada para fomentar o vandalismo e a violência, moedas da negociação esquerdista vermelha. E foi justamente nessa compreensão dos fatos que os burocratas do estado erram. Cegos guiando cegos. E a natureza da cegueira deles é a mesma que cegou a maioria esmagadora dos professores e funcionários públicos em geral.
Surge então uma questão fundamental que toda pessoa decente comprometida com a verdade deve se fazer: quem de fato deu início aquela guerra? Os fatos não mentem, ainda que se tentem relativizá-los. Podemos ver aqui e aqui, que os eventos daqueles dias 28 e 29 de Abril foram produtos da selvageria praticadas por gente ligada ao sindicalismo petista. E os oportunistas, como a senadora Gleisi, sob os holofotes da Operação Lava Jato, logo apareceram para aquecer a festa.
E quanto aos professores, eles erraram? Não. E pelo mesmo motivo que não erraram os policiais. No entanto, os professores sejam eles do Paraná ou de outros estados brasileiros, infelizmente têm se deixado conduzir não pela liberdade que possuem, mas por organismos de controle político, sindicatos que funcionam como extensões do braço do PT, partido que governa o Brasil e, como todos sabem, está levando o Brasil a uma crise econômica, sem falar no fato da institucionalização de uma corrupção generalizada. Na verdade, as universidades públicas do Brasil (e muitas particulares), têm sido os verdadeiros laboratório da imbecilidade útil, produzindo verdadeiros exércitos de doutrinados.
Por fim, o que se pode dizer dos eventos nos dia 28 e 29 é algo triste: daquele conflito apenas os professores (verdadeiramente professores) e os policiais é que foram as reais vítimas: foram vítima de um plano bem armado por gente sórdida e sem qualquer compromisso real com a educação pública paranaense. Por isso a defesa dos policiais se faz necessária.