domingo, 24 de janeiro de 2016

Caminhando para o abismo: a lenta morte da Europa


Dois exemplos daquilo que vem dando errado: Suécia e Grã-Bretanha*

Muçulmanos protestam na Inglaterra para a imposição da sharia, leis islâmicas contra infiéis.


Desde 1975, quando o parlamento decidiu que a Suécia deveria ser um país multicultural e não mais sueco, o crime foi parar nas alturas. Os crimes violentos cresceram mais de 300% e os estupros tiveram um aumento inacreditável de 1.472%. Estes dois indicadores estão correlacionados com o aumento da imigração. A Suécia tornou-se na líder na lista de países em termos de ocorrência de estupros, superada apenas pelo Lesoto, na África Austral (Gatestone). Os suecos tornaram-se minoria em muitas comunidades locais de seu próprio país (Speisa) e surgiram áreas onde a lei sueca não existe mais, por exemplo, no enclave islâmico de Rosengård, na cidade de Malmö (Den Korte Avis), a tal ponto que funcionários de ambulâncias, motoristas, médicos e enfermeiros querem usar armaduras à prova de bala e ter protecção da polícia para poderem atender a população em bairros maioritariamente muçulmanos (The Muslim Issue). Nestes enclaves o nível de violência armada cresceu, bem como o anti-semitismo. Uma imigrante da Bósnia vê acontecer na Suécia os mesmos problemas que a levaram a imigrar de lá (Sydsvenskan). A própria ministra das relações exteriores da Suécia, Margot Wallstrom, admitiu que o colapso é evidente. Com 190.000 migrantes só este ano, somados às centenas de milhares dos últimos anos, a lei e a ordem estão começando a quebrar, com o país testemunhando numerosos ataques incendiários, esfaqueamentos e estupros em massa (Daily Mail). Mesmo assim, o governo de esquerda verde/vermelha tomou a decisão de que a Suécia deve receber, pelo menos, mais 400.000 imigrantes do terceiro mundo nos próximos cinco anos, acarretando em gastos astronómicos, financiados com o dinheiro do povo sueco, cujos idosos já não conseguem usufruir sequer dos benefícios do seu seguro social, pois ele tem sido desviado para manter as famílias, geralmente enormes, dos imigrantes muçulmanos (Speisa). Muitos cidadãos suecos vêem a imigração em massa como um casamento forçado: a Suécia está sendo forçada a casar com um homem que ela não escolheu, ainda assim espera-se dela que ela o ame e o honre mesmo que ele a espanque e a maltrate. Os seus pais (o governo) querem que ela seja amável e seja solidária com ele (Gatestone). Como reagir se toda a estrutura política do país advoga as mesmas políticas? 

Manifestação recente na Alemanha contra a onda de abusos sexuais e estupros praticados por refugiados.

A Grã-Bretanha é outro exemplo de multiculturalismo imposto pelas elites governantes à sua população. Dentre os diversos problemas que resultaram disso, três se destacam. O primeiro foi a instalação de tribunais de lei islâmica em várias cidades britânicas, permitindo que dois sistemas jurídicos, contraditórios, existam lado a lado: a lei inglesa e a sharia. O segundo tem sido a cooptação do mercado alimentício pela chamada certificação halal. Hoje em dia, torna-se difícil encontrar carne de animal que não tenha sido abatido seguindo o rito halal, mesmo considerando-se que a população muçulmana não seja, ainda, nem 10% da população britânica. O terceiro, tem sido o acobertamento dos estupros cometidos por "asiáticos" (como a imprensa britânica chama os muçulmanos), incluindo-se as diversas redes de aliciamento e estupro de menores. E quem esconde os estupros? O próprio governo britânico, através dos seus serviços de assistência social e da polícia. O exemplo mais dramático foi o ocorrido na cidade de Rotherham. Uma rede de muçulmanos paquistaneses aliciou e estuprou, muitas vezes em grupo, 1.400 (mil e quatrocentas!) crianças e meninas britânicas. Tanto o serviço social quanto a polícia acobertaram os casos com receio de serem chamados de racistas ou islamófobos. Ou seja, as crianças e meninas (mulheres) foram sacrificadas no altar do multiculturalismo.
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*Parte do artigo intitulado "Hiper-Crise Migratória e o Estupro da Europa Ocidental", do portal http://bloguedofirehead.blogspot.com.br ;

 

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