sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Crise dos "refugiados" muçulmanos enviados (intencionalmente) para Europa (para destruí-la)

As últimas sobre as monstruosidades islâmicas apoiadas pelas esquerdas contra os Europeus

By blogue do FireHead *

*  O texto, originariamente escrito em português de portugal, sofreu algumas alterações para auxilia o leitor brasileiro.


As crueldades praticadas pelos muçulmanos "refugiados" não param de acontecer na Europa. Como a imprensa esquerdista brasileira continua em silêncio e a maioria esmagadora dos jornalistas do Brasil continuam incompetentes ou com as cabeças atoladas na lama do politicamente correto, o Agathon (e muitos outros blogs conservadores) obriga-se a fazer algo a respeito. Entretanto, saliento que não é a principal característica nossa.

Trazemos um apanhado geral de algumas das últimas notícias sobre os crimes, ops!, da "crise" dos "refugiados" que estão 'enriquecendo" a cultura europeia. 

O povo alemão sendo massacrado pelas políticas esquerdistas para "refugiados" islâmicos.

Em Colónia continua a haver agressões sexuais cometidas por alógenos à barda. Estes crimes não só não páram como estão a aumentar. Notícia do tendencioso sítio da France 24.

Um argelino de 37 anos e de nome Rheda violou uma estudante alemã de 25 anos, Lara. O muçulmano perseguiu-a quando a mesma voltava da night, por volta das cinco horas da manhã, em Hannover. Segundo a vítima, enquanto era estuprada, o maníaco dizia que seu crime era da vontade de Alá. Após o estupro a espancou perguntou-lhe se ela ela havia gostado.

Ainda na Alemanha, um homem foi ameaçado por um tribunal com uma multa de 250 mil euros caso ele continuasse a usar o Facebook para criticar a jornalista pró-imigracionista Dunja Hayali, uma alemã de origem iraquiana. Piada? Não! É o novo-velho modelo de liberdade de expressão criado pelas esquerdas que adoram gritar por liberdade.

A esquerda alemã não cessa de tentar impedir a ascensão do partido nacionalista AfD (Alternativa para a Alemanha) e da PEGIDA, e assim preserva sua hegemonia política e midiática. O velho golpe de acusar os opositores de 'racistas', 'xenófobos' ou 'islamofóbicos', parece ser ineficaz para negar a realidade. Agora o governo alemão está apostando forte numa campanha pró-imigracionista, com a qual pede ao povo alemão para superar o seu «lado negro» e abraçar a política de portas abertas em favor do multiculturalismo para se ter uma Alemanha cosmopolita.
Propaganda do governo para pegar alemães idiotas.

E é mesmo preciso que a Alemanha continue a receber alógenos muçulmanos que é para que estes possam cometer crimes: cerca de 10% dos «refugiados» norte-africanos (a Síria não está no Médio Oriente?) cometem crimes durante os seus primeiros nove meses de estadia na Saxónia. A deportação não é possível em muitos casos porque os países de origem dos alógenos não os querem aceitar de volta.

Cristãos estão sendo perseguidos por "refugiados" muçulmanos em centros de acolhimento de refugiados na Alemanha. O mesmo está acontecendo em relação a homossexuais e minorias étnicas. É incrível como tais bestas são consideradas vítimas da selvageria do ISIS em seus países, quando estão praticando as mesmas monstruosidades das quais se dizem vítima!

Na Finlândia, um afegão violou uma adolescente local de 17 anos, regou-a com gasolina, queimou-a viva e foi condenado a prisão perpétua. Segundo consta, a vítima, Jonna, era namorada do homem de 26 anos, Ramin Azimi, e quis terminar a relação com ele. Como o muçulmano não achou piada à ideia dela, fez o que fez. Dizem as estatísticas oficiais
que 27% dos crimes sexuais no país lapão são cometidos por estrangeiros, que são «apenas» 2,2% da população total.
O monstro islâmico, Ramin Azimi, e a pobre Jonna foi enganada pelo multiculturalismo.


Desapareceram 10 «refugiados» que deveriam ir para Portugal a partir da Grécia. Como assim, desapareceram? Não querem ir para Portugal porque Portugal não é como a Alemanha ou a Suécia, né?

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, avisou que os "refugiados" são as "primeiras vítimas dos terroristas". Isto, claro, quando não são esses mesmos "refugiados" os terroristas, certo?

Rui Marques, o coordenador da Plataforma de Apoio aos Refugiados, entre outros idiotas dos refugees lovers, mostrou-se incomodado num debate sobre a crise das migrações com o facto de Portugal ter aceitado apenas 30 "refugiados", quando o país está pronto para receber quase 5.000! No debate participaram também os refugees' lovers Pedro Calado, alto-comissário para as migrações, Gonçalo Matias, que dirigiu o Observatório para as Migrações, e também Teresa Tito de Morais, presidente do Conselho Português para os Refugiados. Será que todos esses polítiqueiros se importaria em abrir as portas de suas casas para abrigar "refugiados"?.

"A política europeia para a migração é um fracasso total", disse o primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev: "Foi totalmente estúpido abrir as portas europeias e convidar todos aqueles que desejavam vir. A política europeia para a migração é um fracasso total, isso é absolutamente assustador. Não tinham imaginado isto? Ou os vossos analistas são maus?", questionou.

Em Michigan, nos Estados Unidos, parece que já existe uma cidade cuja população é majoritariamente muçulmana: Hamtramck, ao pé de Detroit, outrora católica devido à imigração polaca. Um pequeno passo para os muçulmanos nos Estados Unidos, um grande passo para o islão dominador.

Na Áustria, a mãe do menino de 10 anos que havia sido estuprado por um «refugiado» iraquiano está arrependida de ter dado as boas-vindas aos "refugiados". Por que será que ela tornou-se um "racista-xenófoba-nazista"?

Não sei quanto ao leitor, mas após absorver todas as informações acima, me fiz a seguinte pergunta: por que a Europa preferiu estender sua política de imigração aos muçulmanos, e não a povos como os brasileiros que sonham em sair do Brasil?

2 comentários:

FireHead disse...

E depois para piorar, "temos" um Papa que diz que não se pode construir muros, mas sim pontes que é para deixar entrar indiscriminadamente "refugiados" que são na sua maioria homens, jovens e solteiros. O que fazem muitos deles na Europa? Parasitam, islamizam e preparam/cometem atentados terroristas. Ajudarmos quem precisa não é pedirmos a alguém para nos matar.

Adilson disse...

OLá, FireHead.

Sinceramente falando? Diante de tudo isso, me pergunto: os europeus vão permitir que essas bestas os destruam? É algo tenebroso... é como se o povo estivesse anestesiado. Creio mesmo que os muçulmanos e os comunistas da social democracia já perceberam isso e continuam a cometer essas crueldades contra os europeus. Se bem que o imbecilidade já dominou boa parte daqueles povos!

Abraço.