terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Universidade Al-Azhar: comer judeus, cristãos e infiés como doutrina islâmica!


Canibalismo ensinado por autores islâmicos!
By diversas fontes

Uma notícia que, como sempre, foi ocultada pela imprensa brasileira. Não sei quanto a outros países latinos, mas não duvido o mesmo tenha ocorrido. A notícia foi publicada pelo portal gopthedailydose e  shoebat  em outubro do ano passado, mas vale a pena ser informada aqui no Agathon.

O fato aconteceu na universidade Islâmica Al-Azhar, no Egito, em que foi literalmente ensinado que comer as carnes de judeus, cristãos e infiéis é doutrinariamente admissível no Islã. De fato, durante a ascensão do ISIS esse tipo de canibalismo foi praticado e filmado por seus jihadistas.


Al-Azhar


Trata-se de livros didáticos de jurisprudência religiosa para estudantes da Al-Azhar que abordam, entre outras coisas, a prática do canibalismo com humanos mortos. Nesses livros é citado Mansour bin Yunus al-Bahuti, um estudioso da escola Hanbali de jurisprudência que morreu há 500 anos, o qual defendia o canibalismo com os corpos de judeus, cristãos e infiéis morto; ou seja, “halal”, uma permissão do Islã, quando necessário. No entanto, essa doutrina islâmica não permite que não-muçulmanos comam muçulmanos mortos, mesmo em casos de necessidades.

Outros livros de Al-Azhar afirmam, porém, ensina que a ingestão de judeus, cristãos e não-crentes mortos é permitida mesmo nem necessidade, servindo como punição contra os hereges. Em alguns desses livros é citado Imam al-Sherbini da escola Shafi, o qual afirmava que os profetas mortos de outras religiões não deveriam ser comidos. Mas considerando, que certas religiões tinham seus profetas como imortais e, portanto, considerados mentirosos pela Hadith, Iman Al-Serbini afirmava que esses mesmos profetas poderiam ser comidos. Ele também esclareceu que a carne de judeus, cristãos e infiéis mortos deveriam ser comidas cruas, não cozidas ou grelhadas. Livros como Persuasion in Resolving the Words of Abi Shoga e Al-Rawd Al-Moraba Fi Sharh Zad Al-Mustaqni são alguns do que ensinam essas bestialidades.

Enquanto tal monstruosidade contra os direitos humanos é discutida e ensinada em universidades islâmicas diante de o mundo, os muçulmanos que vivem no Ocidente se fingem de vítimas. E com um fingimento psicopático usa a falsa islamofobia como arma de intimidação. Aliás, tal comportamento patológico só tem sido possível graças à força dos discursos dos esquerdopatas ocidentais, como os socialistas e as feministas, que diariamente acusam o cristianismo de intolerante.

2 comentários:

FireHead disse...

Os muçulmanos advogam para o islão um monoteísmo puro e que os outros, como os católicos, são pagãos. A verdade diz, no entanto, que os muçulmanos é que são verdadeiramente pagãos, desde o ídolo que eles adoram, o Alá que era o ídolo lunar do antigo paganismo árabe de Meca, às sete voltas que dão a um meteorito e que eles dizem ser uma pedra sagrada.

Adilson disse...

Obrigado, grande FireHead pelo seu comentário. De fato. A questão é: se a própria religião islâmica ensina a mentira como algo positivo para os muçulmanos, nada se pode esperar deles!