sábado, 9 de abril de 2016

Escolas? Para quê?

criança em educação domiciliar
As escolas brasileiras já deixaram de ensinar há décadas. Entre suas paredes nadas se faz senão aprofundar o caos que teve início antes mesmo do fim do regime militar, o qual ocorreu em 1982. O movimento ‘Diretas Já’ foi, digamos assim, o ápice dos discursos esquerdistas manipulando um exército de idiotas úteis sob a direção de políticos socialistas e da corja de criminosos políticos e vigaristas que haviam se exilados. Desse momento em diante, a miséria intelectual estudantil foi astuta e sistematicamente produzida para destruir, de uma vez por todas, o ensino brasileiro, o qual já não era lá boas coisas. De qualquer forma, porém, antes dessa época, os estudantes, em geral, ainda recebiam o mínimo de atenção no ensino da aritmética e da língua portuguesa, e as reformas assassinas de inteligências do MEC não haviam sido implantas em nosso sistema de ensino.

Qualquer bom e honesto historiador sabe que a queda do ensino no Brasil teve seu princípio nas reformas educacionais do Marques de Pombal, no século XVIII. Por aquela época a Igreja Católica foi deliberadamente proibida de dar o melhor ensino que nosso país já tivera. Ensino este, aliás, que era destinado não às elites ricas, mas às classe pobres e esquecidas pelo estado, como os especialistas em tagarelices costumam proclamar aos quatro cantos do mundo.

Bom tempo faz que em nosso país a moda corrente consiste em acusar o catolicismo pela má educação e pelo analfabetismo crônico em nosso país. Afirmam os “sábios doutores” que a Igreja Católica só se ocupou em educar as elites, enquanto a população pobre e carente fora abandonada à própria sorte. Eis as "sábias palavras" do doutor Alberto Carlos Almeida, como mostra o fragmento de vídeo  abaixo extraído de uma antiga edição do programa da esquerdista Marília Gabriela, quando ela entrevistou o intelectual esquerdista Alberto Carlos Almeida.


Como se vê, na entrevista o grande iluminado dá um show de arrogância e ignorância da história da Igreja Católica no Brasil. E sem citar um único e mísero documento, o senhor Alberto se faz de rogado e, como um pavão orgulho que abre sua majestosa calda em leque, esquece-se de seus pés feios (no caso, a própria ignorância).

No Brasil é assim, quem detém a “autoridade” do discurso são elites soberbamente incultas que se fingem de cultas. Tal comportamento não é outra coisa senão uma espécie retardo mental. E para a desgraça de nosso povo, são essas perversões mentais que lideram a formação intelectual e cultural no Brasil. Grandes mentes como Lima Barreto e Mário Ferreira dos Santos, e muitos outros, descreveram esse fenômeno da imoralidade intelectual brasileira.

Diante disso, então, pergunta-se: escolas, para quê? Resposta: para manter aquilo que não pode ser mudado, qual seja: impedir que a liberdade de aprender seja um imperativo na vontade de nossos estudantes. Mas para nossa esperança, o desejo de aprender vem insuflando as almas de não poucos brasileiros. A cada ano vem crescendo entre as famílias brasileiras a opção por se auto educar e educar os próprios filhos em casa. A ilusão de que as escolas são as únicas fontes do aprendizado já não domina o imaginário popular. O ensino domiciliar já não é apenas uma prática de europeus e norte-americanos, mas algo que entre muitos brasileiros já está em fase de domínio e aperfeiçoamento. Optar pela liberdade de ser dono do próprio aprendizado os fez compreender o quanto são independentes das escolas brasileiras, sejam elas públicas ou privadas.

4 comentários:

FireHead disse...

Quem tiver dinheiro, que ponha os seus filhos em colégios católicos. Em regra são muito caros... mas se for possível, que assim seja. É para o bem das crianças.

Adilson disse...

Pois é, meu nobre FireHead. Mas até mesmo nessas escolas católicas há não poucos professores formados na ideologia socialista que dão aulas. Escolas como Dom Bosco, grupo Marista, Bagozzi, Bom Jesus, Sagrado Coração, Madre Clelia, e muitas outras, de "católicas" só possuem o nome e algumas imagens. Houve uma infestação tão grande que as famílias que já tomaram conhecimento da presença desses professores muitas vezes optam por educar os filhos em casa. Recentemente conversei com um dos membros da equipe do padre Paulo Ricardo, o professor Felipe Aquino. Segundo ele há muitos problemas na maioria das instituições de ensino católicas aqui no Brasil por causa da infiltração esquerdistas nos seminários católicos que formam padres. Muitos diretores dessas escolas, sendo homens e mulheres que não tiveram uma boa formação católica, acabam por contratar professores esquerdopatas. É algo tenebroso. Mas o professor Felipe Aquino nos deu esperança: segundo ele, há diversos cursos gratuitos para formar professores no rigor católico para serem enviados para resgatar as escolas católicas, as quais foram tomadas pelos inimigos da Tradição

FireHead disse...

Meu caro, não me refiro a essas escolas, mas sim às da Opus Dei. Só mesmo por acaso, aquele que foi considerado o melhor colégio de Portugal é controlado precisamente pela Obra... ahhh, maldita Opus Dei, não é isso que dizem frequentemente, entre eles supostos católicos?

Adilson disse...

Sim, meu amigo. Tens toda razão. Infelizmente, até nisso sofremos: muitos católicos que deveriam ajudar, acabam por prejudicar. Aliás, como já deves saber, a CNBB que trabalha contra os católicos, é que mais influencia a grande parte das igrejas por aqui. Mas já está havendo uma reação, embora pequena, graças a internet e o acesso a muitas informações. Muitos jovens já estão malhando os bispos e padres da CNBB. Aqui em Curitiba, há sim escolas da Opus Dei sim e tem feito um ótimo trabalho, graças a Deus. Infelizmente só há uma e fica bem longe de onde moro.

Até.