sábado, 23 de julho de 2016

Ser conservador é...



Dos pequenos atos

Postei recentemente no facebook e decidi publicar aqui no Agathon. Quando o fiz, inspirei-me numa interessante frase de natureza conservadora do Gandalf, o cinzento, personagem do filme O Hobit, uma jornada inesperada (Warner Bros, 2012), em que ele diz que ‘as pequenas coisas é que realmente combatem o mal’. De fato. É preciso valorizarmos as pequenas e boas atitudes nas pessoas, as quais geralmente estão longe dos grandes holofotes e das agitações das grandes cidades.

Leiamos essa postagem do facebook que reescrevo:

A imagem abaixo é de uma sala emprestada onde um professor pobre e voluntário dá aula de português para crianças (sua imagem não pode ser divulgada). Infelizmente há tempos que já não se ensina nossa língua nas escolas. Em seu lugar, ensina-se a ideologia de destruição de tudo o que se considera elevado demais ou pertencente às elites ricas. Bem, não foram as elites ricas e poderosas que nos deram um Manchado de Assis e um Lima Barreto. Mas, e esse professor pobre e voluntário que ensina português às crianças tem diploma de letras? Não, mas o tem de outra área. Aliás, nem é preciso. Diploma não garante a ninguém o domínio de certo saber. Diploma só serve para a burocratização. E quanto esse professor ganha? Nada, além de frustrações e de desprezo por parte de pais, professores e amigos. Mas ele não liga, pois é conservador.
 

Observe o leitor, como o professor traz à aula a raiz latina da língua portuguesa.

2 comentários:

FireHead disse...

"Amâr"? "Vendêr"?? O que é isso, com acento circunflexo?

Também achei piada a isso do português de Portugal. De facto, o português de Portugal é diferente do português do Brasil (português.br), do português falado em África (Angola, Moçambique...) e até mesmo do português falado na Ásia (Macau e Timor). Só para não falar da espectaculariedade que é uma língua como o português ter deixado "filhos bastardos" (crioulos) em dois continentes.

Adilson disse...

Sim meu amigo. Tens razão. Até hoje sinto profunda tristeza em não saber falar como falam nossos irmãos portugueses. A beleza fonética e entoação fazem o os portugueses cativar nossa atenção!