sábado, 30 de janeiro de 2016

Uma apresentadora muçulmana tenta se impor sobre um ateu

Como a imprensa islâmica trata os debates.
by Adilson J da Silva

Há certos acontecimentos fora do Brasil, embora de pequena dimensão, que deveriam ser noticiados entre os brasileiros. As pessoas já estão fartas do tempo exagerado que os telejornais da Globo e da Globo News dispensam à quantidade de neve que cai nos EUA, como se isso fosse algo realmente importante para nós. Há, por exemplo, acontecimentos sérios, como a quantidade de execuções que as nações islâmicas efetuam todos os dias, e que acredito ter maior importância informativa, e que ajudaria muitas pessoas, especialmente aos turistas.

Senti, porém, animado a postar aqui no blog um fato que aconteceu no Egito, em novembro de 2015, quando uma apresentadora (e também atriz) de nome Rania Mahmoud Yassin, demonstrou de forma arrogante e autoritária sua intolerância para com a diversidade de opiniões. Na ocasião ela agiu com veemente desrespeito para com o ateu, e cientista, Ahmed Harquan, e também renomado ativista dos direitos humanos no Egito.

baixo segue um vídeo extraído da edição de um programa em que o fato aconteceu. Nele é possível ver claramente a apresentadora demonstrando irritação e desprezo pelo participante pelo senhor Ahmed, que ali participava e um deate. Rania, Sem qualquer constrangimento, Rania antecipa seu posicionamento no debate e, dessa forma, acaba por desqualificar o evento.




quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Os muçulmanos agem de acordo com os ensinos do Islã

A ordem de Maomé: Odei-os! Estupre-os! Escravize-os! Mate-os!


Muçulmanos do ISIS


Considero que o crescimento do islamismo deve-se a dois fatores, sem os quais esse fenômeno jamais existiria. E essa minha afirmação não são exatamente um entendimento exclusivamente meu. Compartilho-a juntamente com uma não pequena comunidade de três grupos personalidades mundialmente conhecidas

1) Especialistas de altíssimo saber sobre o Islã: Robert Spencey, Pamela Geller e David Horowitz, entre outros;

2) Ex-muçulmanos: Mona Eltahawy, Meriam Yahia Ibrahim Ishag, Khadija Kafir, Brigitte Gabriel, Khadija Kafir, Ayann Hirsi Ali, irmão Rashid, entre outros.

3) Ímãs e líderes mundialmente conhecidos: Sheik Gamal Qutub, o iraniano Ali Khamenei, Sheik Muhammad Sallah "Abu Rajab", entre outros.


É importante termos consciência do que realmente é a religião islâmica, realidade essa que está intimamente ligada às suas origens histórica, ao seu desenvolvimento na história e às bases doutrinárias das quais os muçulmanos se autorizam a cometer suas monstruosidades, que são os escritos que eles consideram sagrados, especialmente o Alcorão.

Na verdade, todo e qualquer discurso que tente separar a natureza do Islã dos atentados terroristas, bem como das monstruosidades ultimamente praticadas pelos ISIS e da onda de estupros que vem acontecendo na Europa, deve ser considerado como MENTIRA! Por esse motivo, deve ser desprezado. Aliás, os próprios muçulmanos são autorizados pelo próprio Islã a mentir em favor do crescimento dessa religião, práticas denominadas Taquia (ou Taqiyya) e Kitman (mentir por omissão).

Por esse motivo, decidimos publicar 20 mandamentos extraídos do Alcorão que poderá ajudar o leitor a eliminar de uma vez por toda qualquer mentira ou desinformação pregada sobre suposta moderação que a mídia e intelectuais esquerdistas têm espalhado. Seguem abaixo:


(1) Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. (Alcorão 65:4; 4:3)

(2) Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. (Alcorão 4: 3; 4:24; 5:89; 33:50, 58: 3; 70:30)

(3) Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. (Alcorão 04:34)

(4) Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. (Alcorão 24:13)

(5) Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. (Alcorão 33:57)

(6) Tu deves crucificar e amputar os não-muçulmanos. (Alcorão 8:12; 47: 4)

(7) Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. (Alcorão 9: 111)

(8) Tu deves matar quem deixar o Islão. (Alcorão 2: 217; 4:89)

(9) Tu deves decapitar não-muçulmanos. (Alcorão 8:12; 47: 4)

(10) Tu deves matar e morrer por Alá. (Alcorão 9: 5)

(11) Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. (Alcorão 8:12; 8:60)

(12) Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. (Alcorão Capítulo 8, onde descreve os saque ou espólios de Guerra)

(13) Tu deves mentir para fortalecer o Islã. (Alcorão 3:28, 16: 106)

(14) Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que não queiras. (Alcorão 2: 216)

(15) Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. (Alcorão 05:51)

(16) Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. (Alcorão 5:60; 7: 166; 16: 106)

(17) Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. (Alcorão 98: 6)

(18) Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. (Alcorão 4: 101)

(19) Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. (Alcorão 09:29)

(20) Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. (Alcorão 09:29).

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A submissão paterna: dever de ensinar e educar os filhos



Algumas dicas para os não praticantes do homeschooling
 By Adilson J. da Silva
Sempre tive vontade de praticar o homescholling com meus filhos, mas alguns obstáculos, que aqui não convém numerar, sempre me impediram. Considero que não possuo os elementos adequados e fundamentais para tirar meus filhos das escolas e ensiná-los em tempo integral no lar. Não significa isso, porém, que confio cegamente nas escolas. Pelo contrário. Muito me alegro-me por pessoas como Camila Hochmüller Abadie e Géssica Hellman Hellmann. Mas sou desprovido do ambiente e forças que essas pessoas possuem.


A impossibilidade de praticar o homeschooling sempre me angustiou. Houve um tempo que essa minha condição enfraquecia meu desejo de proteger meus filhos dos males que as escolas brasileiras vêm produzindo há décadas no seio da população do Brasil. Estudei nesse modelo de escola durante toda minha vida e, ao contrário do que a hipócrita sociedade brasileira incentiva, jamais me orgulhei dessa condição. Nenhum ser humano com o mínimo de saúde mental deve orgulhar-se da bestialidade que o sistema de ensino brasileiro vem diluindo em nossa nação. A miséria humana reina sobre nós e a mulher que hoje governa nosso paísé é a mais irrefutável das provas.


Reconhecendo a inviabilidade de praticar o homeschooling, senti-me miserável, ficando assim por um tempo. Apenas lamentava minha situação, conformando-se em ser escravo de minha condição. Entretanto, se eu não podia praticar o homeschooling, o que deveria fazer então? Eis uma questão sobre a qual resolvi concentrar meus pensamentos. Decidi, então, atentar para alguns conceitos conservadores, tais como dever e submissão, e vislumbrei o quanto a essência dessas palavras apontava para os grandes feitos deixados por nossos antepassados. Compreendi, dessa forma, que estava cometendo o terrível pecado da auto piedade e do qual nos alertaram amplamente Nosso Senhor e os santos da Igreja. Lutar contra este tenebroso estado mental é algo tão significativo, que grandes sábio, conscientes ou inconscientemente da realidade transformadora deles, puseram em prática. Se o leitor sente-se incapaz de compreender isso, aconselho-o a observar a história ocidental um pouco mais de perto. Tente imaginar, por exemplo,o quão laboriosa foi a vida de Boécio para salvar a cultura ocidental numa época tomada por bárbaros. Ele não fez nada além de por em prática a ordem e a submissão para salvar o espírito da ordem no mundo. Sei o quanto é difícil ver a verdade dessa realidade. Nossas mentes foram atrofiadas pelo barbarismo dos tempos modernos. E enquanto não aceitarmos o fato de que somos responsáveis por nós mesmos, nenhuma transformação seremos capazes de trazer ao nosso tempo. E a única pessoa de quem devemos depender para isso, somos nós mesmos. Eis o imperativo que adotei como regra geral nos meus seis anos de práticas educativas no lar.


Uma vez tomada a decisão acima, abandonar tudo o que me era prazeroso e incômodo e torná-lo trabalhoso e cômodo foi o segundo passo. Tive de me reassumir como pai e como alguém que há de enfrentá um juiz, diante do qual nenhuma sombra de injustiça será possível. Diante dele não haverá espaço para mentiras e desculpas. Eis o sacrifício a fazer: embora pobre e sendo obrigado a trabalhar fora do lar, é meu dever irrevogável usar meu tempo de descanso para estudar e ensinar aos meus filhos!  Realmente, isso é árduo,  fatídico e nem sempre agradável, porém trata-se de uma realidade da qual não posso fugir.


Desta forma, reconhecendo-me impossibilitado de praticar o homeschooling, e ao mesmo tempo vendo-me emparedado pela sagrada doutrina cristã de meu dever para com os filhos e meu lugar neste mundo, resolvi criar as condições e métodos para ensiná-los e educá-los durante nosso momentos juntos. Evidentemente, muitas de minhas práticas foram inspiradas nas mais diversas fontes, que de tantas, é impossível anotar aqui. Mas, gostaria de enumerar nove dicas que adotei para ensinar e educar meus filhos em casa, sem necessariamente tirá-los da escola. Adianto que as práticas abaixo, parte do pressupostos da inexistência de escolas, podendo ser aplicadas em crianças a partir dos 6, 7 ou 8 anos, e orientadas a um público católico.


1) Alimente o amor pela consciência da ordem e da disciplina. Sem essa disposição da mentalidade conservadora é impossível a boa educação e a busca pelo saber. Até mesmo os romanos pagãos desenvolveram uma forte ligação por essas duas substâncias.

2) Conduza seu filho (s) na prática religiosa, procurando ensiná-lo com o exemplo de sua vida, pois a imitação é primeira e natural forma com as crianças se auto educam. Se católico, procure familiarizá-los com as doutrinas e tradições da igreja, como as orações diárias e guarda do ano litúrgico e festividades. Aproveite a prática das orações e introduza aos poucos o contanto com a língua antiga da Igreja, no caso o latim. As orações em latim afasta a criança da monotonia dos dias e serve como um forte instrumento para desenvolve a memória infantil. Deve-se, ainda, tomar o cuidado de conduzir a criança ao catecismo, especialmente quando se é um católico tradicionalista.

3) Cultive, assim que possível, o hábito da leitura em seu filho. Caso ele não seja alfabetizado, alfabetize-o você mesmo. Não confie à escola essa tarefa, usando para isso os métodos antigos. Uma boa dica é o livro As 5 etapas para alfabetizar seus filhos em casa, disponível gratuitamente no endereço http://comoeducarseusfilhos.com.br/blog/ . Há 100% de chances de seu filho desenvolver dislexia, ou agravar, caso ela já possua. Segundo o professor Fernando Capovilla, a dislexia é um distúrbio que vem se agravando no Brasil por causa dos modelos de intervenção inadequados. Procure dar especial atenção para a leitura em voz alta. As crianças são por natureza inquietas e hiperativas, e a leitura é um poderoso recurso para disciplinar e temperar esse comportamento. No início é natural que elas fiquem inquietas devido à falta de hábito em administrar os cinco sentidos. Por esse motivo é essencial que os pais leiam junto com os filhos nos primeiros meses. Mas atenção! Ante de introduzir a criança no mundo da leitura é imprescindível que os pais se habituem a contar boas histórias para ela. As fábulas de Esopo e as histórias bíblicas são um bom início.

4) Fale sobre a vida dos santos da Igreja e heróis da nossa civilização. Procure você mesmo se familiarizar sobre a história das grandes civilizações ocidentais, do cristianismo e do Brasil. Enfatize o lugar do cristão nessa vida, conduzindo a criança a compreender a grandeza do cristianismo. Uma forma de se fazer isso é contar histórias bíblicas e sobre as cruzadas. Falar sobre a cavalaria medieval, bem como sobre a devoção dos cavaleiros cristãos são assuntos que alimentam a imaginação infantil e contribuem para a formação se caráter. Lembre-se: os marxistas odeiam o Ocidente, por esse motivo eles desenvolveram modelos de história de desconstrutivistas, baseada nas teorias de Karl Marx, com objetivo de confundir as mentes de crianças e jovens por meio de mentiras. Os comunistas trabalham com engenharia social, cujo fim é impor um modelo de homem futurista e com ódio e desprezo pelo passado.

5) Assim que seu filho demonstre domínio na leitura e um vocabulário diário avançado, procure ensinar a língua portuguesa, esforçando por aplicar exercícios diários de gramática, especialmente na conjugação de verbos. Uma boa leitura, de acordo com o domínio da criança, é o livro Emília no País da Gramática, de Monteiro Lobato, um livro que considero apenas introdutório sobre o tema. Creio mesmo, que a gramática da língua portuguesa deve ser trabalhada de forma séria e a seu tempo, tomando em mãos obras como os trabalho de Napoleão Mendes.

6) Aplique constantes, porém regulares, exercícios matemáticos, trabalhando especialmente a aritmética, uma vez que essa parte da matemática faz parte do nosso cotidiano. Procure avançar lentamente para outros temas dessa ciência. Caso sinta-se incapaz para essa tarefa delegue à alguém realmente capaz e que expresse uma boa didática. Todavia, é importante que se incentive o autodidatismo na criança.

8) Trabalhe a memória de seu filho, desenvolvendo e aplicando exercícios de memorização. Um bom modelo para isso é procurar fazê-lo memorizar diversos tipos de textos, desde um salmo, um pequeno poema mundano e até mesmo uma fábula.

9) Crie um cronograma diário onde as atividades acima apresentadas sejam distribuídas conforme o hábito diário da família.
Concluo a presente postagem, esclarecendo que o catálogo acima adotado por mim não deve ser encarado como uma regra rígida de conduta para ninguém. Qualquer pessoa é livre para se envolver com seu filho, ou filhos, da forma que julgar melhor. Porém, sinceramente falando, creio o homeschooling é e será a melhor forma de educar os filhos.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

As raízes da época que vivemos

Dicas literárias pioneiras que anteciparam a Nova Ordem Mundial
By Adilson J. da Silva


É notório que o relativo sucesso do documentário 'Agenda, Grinding America Down', de Curtis Bowers, e sua popularização na internet, ampliou e disseminou os debates sobre o fortalecimento dos governos sob as políticas dos comunistas e das influências de capitalistas globalistas. É claramente visível no comportamento de milhares de brasileiros (no nosso caso) a existência de uma consciência de planos macabros para domesticar e controlar nações inteiras, preparando-as para submissão.

Sinto-me muitíssimo feliz com essa realidade, e minha alegria deve-se, especialmente, por um motivo: a um ponto no passado.

Entre o fim da década de 80 e durante os anos 90 eu era um leitor assíduo das publicações Chamada da Meia-noite, criada pelo protestante holandês Win Malgo. Suas publicações era considerada especialistas em profecias sobre o final dos tempos, e falavam de temas como a segunda vinda de Cristo, o cerco a Israel pelas nações e as últimas perseguição aos cristãos. Até hoje, passando-se mais de 20 anos, falando as mesmas coisas.

Bom, na época não existia internet e minha fraca educação e baixíssimo acesso à boas leituras e informação fizeram-me perder um bom tempo de minha juventude e a acreditar nas fracas análises e insípidos argumentos publicados pela revista Chamada.

O tempo passou e felizmente abandonei o protestantismo e seus teólogos e seis sabichões superficiais. Por fim, voltei-me para o santo seio católico. Com o passar do tempo compreendi que os textos de Wim Malgo e do seu corpo de cooperadores  estrangeiros (não há brasileiros) nada mais são visões vazias da realidade. Eles produziam, e ainda o fazem, escatologia com os rostos colados à bíblia e os olhos fechados à realidade. Essa minha afirmação fundamenta-se no fato daqueles colunistas do Chamada da Meia-noite jamais abordarem em seus textos temas como a revolução cultural gramsciniana e os trabalhos da Escola de Frankfurt, bem como a relação desses fatos históricos com a Nova Ordem Mundial. Eles só se concentram nos atores políticos e nos conflitos de Israel com s nações próximas, e ignoram completamente as engenharias sociais arquitetadas para produzir crises no mundo. Portanto, eis o motivo de minha felicidade pelo fato de ver que a consciência sobre a realidade global que vivemos é real em milhares de brasileiros.

Mas meu objetivo aqui é hoje não é discutir as ilusões intelectuais de protestantes sobre os fim do mundo. Pretendo contribuir com um marketing barato sobre boas fontes literárias sobre as raízes da atual situação global do mundo e o fortalecimento da NOA. Evidentemente, os textos do professor Olavo de Carvalho são de grande contribuição, e foi a partir de suas leituras que resolvi fazer a presente postagem neste blog.

Como dizia, pretendo trazer informação sobre dicas de leituras que são consideradas pioneiras sobre a NOA, e que já antecipavam décadas antes, as informações contidas no documentário 'Agenda'. Trata-se dos trabalhos do economista inglês Anthony Sutton:


Quero cita três importantes obras, cujas imagens seguem abaixo: 'The Best Enemy Money Can Buy' (1973), 'America's Secret Establishiment, an introducing to the Order of Skull & Bones' (1980) e  Introduction to “The Order”' (de 1983).


Nesta obra é tratado financiamentos dos EUA aos próprios inimigos (URSS e 3º Reich).

Aqui é revelada a sociedade secreta Skull & Bones uma sociedade secreta fundada no século XIX, mas ativa, e formada pelas famílias mais ricas e poderosas dos EUA.

Denuncia envolvimento de comunidades científicas inglesa e outras envolvidas na ordem secreta apresentada no livro anterior.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Caminhando para o abismo: a lenta morte da Europa


Dois exemplos daquilo que vem dando errado: Suécia e Grã-Bretanha*

Muçulmanos protestam na Inglaterra para a imposição da sharia, leis islâmicas contra infiéis.


Desde 1975, quando o parlamento decidiu que a Suécia deveria ser um país multicultural e não mais sueco, o crime foi parar nas alturas. Os crimes violentos cresceram mais de 300% e os estupros tiveram um aumento inacreditável de 1.472%. Estes dois indicadores estão correlacionados com o aumento da imigração. A Suécia tornou-se na líder na lista de países em termos de ocorrência de estupros, superada apenas pelo Lesoto, na África Austral (Gatestone). Os suecos tornaram-se minoria em muitas comunidades locais de seu próprio país (Speisa) e surgiram áreas onde a lei sueca não existe mais, por exemplo, no enclave islâmico de Rosengård, na cidade de Malmö (Den Korte Avis), a tal ponto que funcionários de ambulâncias, motoristas, médicos e enfermeiros querem usar armaduras à prova de bala e ter protecção da polícia para poderem atender a população em bairros maioritariamente muçulmanos (The Muslim Issue). Nestes enclaves o nível de violência armada cresceu, bem como o anti-semitismo. Uma imigrante da Bósnia vê acontecer na Suécia os mesmos problemas que a levaram a imigrar de lá (Sydsvenskan). A própria ministra das relações exteriores da Suécia, Margot Wallstrom, admitiu que o colapso é evidente. Com 190.000 migrantes só este ano, somados às centenas de milhares dos últimos anos, a lei e a ordem estão começando a quebrar, com o país testemunhando numerosos ataques incendiários, esfaqueamentos e estupros em massa (Daily Mail). Mesmo assim, o governo de esquerda verde/vermelha tomou a decisão de que a Suécia deve receber, pelo menos, mais 400.000 imigrantes do terceiro mundo nos próximos cinco anos, acarretando em gastos astronómicos, financiados com o dinheiro do povo sueco, cujos idosos já não conseguem usufruir sequer dos benefícios do seu seguro social, pois ele tem sido desviado para manter as famílias, geralmente enormes, dos imigrantes muçulmanos (Speisa). Muitos cidadãos suecos vêem a imigração em massa como um casamento forçado: a Suécia está sendo forçada a casar com um homem que ela não escolheu, ainda assim espera-se dela que ela o ame e o honre mesmo que ele a espanque e a maltrate. Os seus pais (o governo) querem que ela seja amável e seja solidária com ele (Gatestone). Como reagir se toda a estrutura política do país advoga as mesmas políticas? 

Manifestação recente na Alemanha contra a onda de abusos sexuais e estupros praticados por refugiados.

A Grã-Bretanha é outro exemplo de multiculturalismo imposto pelas elites governantes à sua população. Dentre os diversos problemas que resultaram disso, três se destacam. O primeiro foi a instalação de tribunais de lei islâmica em várias cidades britânicas, permitindo que dois sistemas jurídicos, contraditórios, existam lado a lado: a lei inglesa e a sharia. O segundo tem sido a cooptação do mercado alimentício pela chamada certificação halal. Hoje em dia, torna-se difícil encontrar carne de animal que não tenha sido abatido seguindo o rito halal, mesmo considerando-se que a população muçulmana não seja, ainda, nem 10% da população britânica. O terceiro, tem sido o acobertamento dos estupros cometidos por "asiáticos" (como a imprensa britânica chama os muçulmanos), incluindo-se as diversas redes de aliciamento e estupro de menores. E quem esconde os estupros? O próprio governo britânico, através dos seus serviços de assistência social e da polícia. O exemplo mais dramático foi o ocorrido na cidade de Rotherham. Uma rede de muçulmanos paquistaneses aliciou e estuprou, muitas vezes em grupo, 1.400 (mil e quatrocentas!) crianças e meninas britânicas. Tanto o serviço social quanto a polícia acobertaram os casos com receio de serem chamados de racistas ou islamófobos. Ou seja, as crianças e meninas (mulheres) foram sacrificadas no altar do multiculturalismo.
______________________________________________________
*Parte do artigo intitulado "Hiper-Crise Migratória e o Estupro da Europa Ocidental", do portal http://bloguedofirehead.blogspot.com.br ;